Feb 15, 2019 Última Atualização em: 6:37 PM, Feb 5, 2019

A Federação dos Trabalhadores Aposentados e Pensionistas do RS (FETAPERGS) comemorou o aniversário de 35 anos, nessa quinta-feira (24). A festividade ocorreu durante o 13º Baile Estadual do Aposentado, promovido pela Federação, que ocorreu no clube Sogipa, em Porto Alegre. Nessa data, também é comemorado o Dia Nacional do Aposentado.

O baile reuniu autoridades e lideranças do movimento dos aposentados, pensionistas e idosos do Brasil. Estiveram presentes o senador Paulo Paim, o presidente e vice-presidente da Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (COBAP) Warley Martins e Carlos Olegário, respectivamente, o presidente da FETAPERGS José Pedro Kuhn, o diretor-secretário da Federação Léo Altmayer e o diretor-financeiro Germano Kelber.

Participaram do evento, aproximadamente, 900 pessoas de 33 associações filiadas a FETAPERGS espalhadas por todo o Rio Grande do Sul. "Entidades de todo o estado se mobilizaram e compareceram a este grande evento em um local escolhido especificamente em função desta data tão especial para a história dos aposentados, pensionistas e idosos gaúchos" destacou o diretor-secretário Léo Altmayer.

Desde o primeiro baile organizado pela Federação em 2006, aproximadamente 8.500 pessoas já participaram do evento comemorativo. O baile ocorre sempre no dia 24 de janeiro.

Durante o 1º Fórum de Debates da FETAPERGS, o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados, Pensionistas e Idosos (COBAP) Warley Martins, recomendou aos presentes a importância do voto ao senador Paulo Paim (PT-RS).

Ele criticou os deputados federais gaúchos que votam contra os aposentados em Brasília e também os candidatos ao Senado que não têm compromisso com a categoria. 

"Precisamos trabalhar com os nossos candidatos. Não podemos nos dividir. Sempre preguei a união. Dizem que uma andorinha só não faz verão, mas, mesmo praticamente sozinho no Congresso Nacional o senador Paim faz verão e tempestades", elogiou Warley.

Paulo Paim é autor das leis dos Estatutos do Idoso, da Pessoa com Deficiência e da Igualdade Racial. O senador relatou a lei do Estatuto da Juventude. Além disso, suas lutas deram origem à política do salário mínimo e a alternativa ao fator previdenciário (fórmula 85/95). Recentemente, Paim presidiu a CPI da Previdência e atualmente é relator do Estatuto do Trabalho, a nova CLT. 

De acordo com o e-Ranking Cidadão 2018, do Laboratório de Estudos Político-Sociais (Labep), o mandato de Paulo Paim é o melhor avaliado do Congresso Nacional, garantindo a primeira colocação. Já o Atlas Político, da mesma forma, confirma o seu mandato como o melhor do Brasil.

O senador Paulo Paim (PT-RS) foi destaque no e-ranking cidadão, coordenado pelo Laboratório de Estudos Político-Sociais, pela sua atuação política nos trabalhos desenvolvidos no Congresso Nacional. Esta iniciativa pelo laboratório é um instrumento que a sociedade tem para conhecer e acompanhar o trabalho dos parlamentares em Brasília. O trabalho pode ser acessado por este link: www.labep.com.br..

De acordo com o senador gaúcho, a avaliação positiva se deu porque o estudo não levou em conta apenas o posicionamento em relação aos projetos no Plenário e nas comissões, mas também outros tipos de manifestação, como promover audiências públicas e apresentar emendas.

"Foi o primeiro ranking divulgado pelo laboratório. Neste ano, foram avaliados a atuação e o engajamento de deputados e senadores em relação às questões relacionadas ao trabalho, previdência, pré-sal e gastos públicos" disse Paim.

Artigo publicado no jornal Zero Hora em 28/03/2018
 
Quão enorme está a intolerância política! Essa intolerância não é de agora. Não importa de onde ela venha. Ela vem de décadas. Mas, aos poucos ela está extrapolando os limites do bom senso.  

Honramos as nossas tradições e a nossa história. As guerras do passado servem hoje para alimentarmos a paz. Os festivais de músicas nativistas são exemplos de que isso já está na nossa cultura...

"Eu quero ser gente igual aos avós, eu quero ser gente igual aos meus pais, eu quero ser homem sem mágoas no peito, eu quero respeito e direitos iguais. Eu quero este pampa semeando bondade, eu quero sonhar com homens irmãos. Eu quero meu filho sem ódio nem guerra, eu quero esta terra ao alcance das mãos". 

Por que lutamos pelas Diretas Já? Quando efetivamente o país vai reconhecer, na figura de Ulysses Guimarães, o esteio da nossa democracia? Queiram ou não, estamos no mais longo período democrático do país. Para que serve a nossa Constituição?  Por que entoamos com galhardia "liberdade, abre as asas sobre nós"? Perguntas e perguntas.

A Constituição diz que a liberdade de pensamento e expressão e o direito de ir e vir estão garantidos para todos os brasileiros, sem distinção alguma. Desrespeitar esses preceitos é calar a voz das ruas e, com a devida licença poética, é silenciar o som das águas e o assoviar dos ventos. É afiançar as demências da ignorância. É retroceder aos tempos das masmorras e dos cativeiros. É sucumbir aos desumanos cantos dos açoites.

A pregação do ódio e da violência só serve para destruir as pessoas. Imaginem vocês o que se passa na cabeça de uma criança, de um jovem ou de um adolescente ao ouvirem palavras que não condizem com a espiritualidade do ser humano? Isso é algo terrível para a construção das suas personalidades. Não nos esqueçamos que eles serão o futuro do Brasil. Que homens serão eles? 

O segredo da tolerância política é acreditar no poder da palavra em forma de oração para transformar as pessoas. Devemos seguir sempre o caminho do bem. Sim, é possível pintar o mundo em cores vivas de paz, amor, justiça, igualdade e solidariedade.

Mesmo que alguns poucos queiram transformar em ruínas a dignidade das pessoas, eu ainda continuo sonhando nos escaninhos do Diário de Anne Frank: "Apesar de tudo eu ainda creio na bondade humana".

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) do Senado Federal aprovou nessa terça-feira (13) um projeto de Eduardo Amorim (PSDB-SE) que determina que as vagas ociosas existentes em instituições de ensino superior sejam preenchidas por pessoas de 60 anos de idade ou mais. Com a aprovação do texto na comissão, a proposta segue para a Câmara dos Deputados.

O relator do senador Paulo Paim (PT-RS), ao aproveitar emenda de Cristovam Buarque (PPS-DF), teve o texto aprovado na comissão. O projeto votado determina que as instituições federais de ensino superior devem reservar, em cada curso, o percentual de 20% das vagas, não preenchidas no vestibular, aos idosos. O critério de seleção para esta cota será estabelecido pelas instituições. Outras vagas que não vierem a ser utilizadas deverão ser preenchidas pelos candidatos inscritos no sistema universal.

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